Morte do Papa Francisco completa um ano nesta terça-feira (21)

Livro revela bastidores das últimas horas do pontífice e reforça legado de mudanças na Igreja Católica.

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A morte do Papa Francisco completa um ano nesta terça-feira (21), data que reacende memórias sobre a despedida de um dos pontífices mais influentes da história recente da Igreja Católica. O falecimento, ocorrido em 2025, mobilizou fiéis em todo o mundo e segue sendo lembrado por seu impacto religioso, social e político.

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Francisco morreu aos 88 anos, na Casa Santa Marta, no Vaticano, na manhã seguinte ao domingo de Páscoa. De acordo com informações oficiais, ele sofreu um acidente vascular cerebral (AVC), seguido de insuficiência cardíaca. O estado de saúde já era considerado delicado, agravado pela idade avançada e por um longo período de internação semanas antes.

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Relatos divulgados posteriormente apontam que, nas primeiras horas daquele dia, o papa ainda estava consciente. Por volta das 5h, teria chamado um enfermeiro para pedir água e, de forma serena, agradeceu pela ajuda e pediu desculpas pelo incômodo. Pouco depois, o quadro clínico se agravou de maneira irreversível. A morte foi confirmada às 7h35, no horário de Roma.

Os detalhes dos momentos finais foram descritos pelo jornalista Salvatore Cernuzio no livro “Padre: um retrato inédito do papa Francisco”, lançado na Itália como parte das homenagens de um ano de sua morte. Na obra, o autor também rebate informações incorretas que circularam após o falecimento, assegurando que o pontífice recebeu a unção dos enfermos antes de morrer.

As celebrações que marcam a data incluem uma missa especial na Basílica de Santa Maria Maior, onde Francisco foi sepultado. A cerimônia está prevista para esta terça-feira e será transmitida ao vivo pelos canais oficiais do Vaticano.

Além das homenagens, o legado do pontífice volta ao centro do debate. Durante os 12 anos à frente da Igreja Católica, Francisco promoveu mudanças significativas, com destaque para o combate aos abusos dentro da instituição, o incentivo à transparência e a abertura de espaço para maior participação dos fiéis nas decisões e debates internos.

Outro marco de seu pontificado foi o fortalecimento do chamado processo sinodal, que buscou ampliar o diálogo entre líderes religiosos, leigos e diferentes setores da Igreja ao redor do mundo. A iniciativa, embora elogiada por muitos, também gerou resistências entre alas mais conservadoras.

Para analistas e especialistas do Vaticano, o período liderado por Francisco representa um divisor de águas na forma de conduzir a Igreja, marcado por um estilo mais próximo das pessoas e atento às transformações sociais contemporâneas.

Atualmente, a Igreja Católica é liderada pelo Papa Leão XIV, que cumpre agenda internacional durante as homenagens. Um ano após sua morte, Francisco segue como uma das figuras mais marcantes do cenário religioso global, com um legado que continua influenciando os rumos da Igreja e o debate sobre seu papel no mundo moderno.

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