Morre aos 81 anos Feliciano Popó, eterno prefeito Zé Leitão do filme Ai Que Vida!

Ator e humorista sofreu um infarto nesta quinta-feira (25), em Açailândia (MA); cineasta Cícero Filho e colegas lamentaram a perda do artista, que faria parte da continuação do longa.

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O ator e humorista Feliciano Macêdo do Nascimento, conhecido nacionalmente como Feliciano Popó, morreu nesta quinta-feira (25), aos 81 anos, após sofrer um infarto em Açailândia, no Maranhão. O artista ficou marcado por interpretar o irreverente prefeito Zé Leitão no filme Ai Que Vida!, um dos maiores sucessos do cinema nordestino.

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A morte foi confirmada pela sobrinha do ator, Elisvany Carlos, que informou o falecimento à imprensa. A notícia provocou grande comoção entre admiradores, amigos e profissionais que trabalharam ao lado de Feliciano ao longo da carreira.

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Nas redes sociais, o diretor de Ai Que Vida!, Cícero Filho, prestou uma emocionante homenagem ao ator e destacou a importância de seu legado para o cinema regional. Segundo o cineasta, Feliciano estava cotado para integrar o elenco da sequência do filme, prevista para estrear em 2027.

Em sua publicação, Cícero afirmou que o intérprete de Zé Leitão foi responsável por eternizar um dos personagens mais queridos da produção e ressaltou que seu talento, carisma e generosidade permanecerão vivos na memória dos fãs e de todos que acompanharam sua trajetória artística.

A atriz Irisceli Queiroz, que deu vida à personagem Charlene em Ai Que Vida!, também lamentou a perda. Em mensagem publicada nas redes sociais, ela disse estar profundamente triste com a notícia, prestou solidariedade aos familiares e desejou que o colega fosse recebido com alegria na vida eterna.

Feliciano Popó deixa uma trajetória marcada pelo humor e pela contribuição ao fortalecimento do cinema nordestino. Sua interpretação do prefeito Zé Leitão tornou-se um dos personagens mais emblemáticos da obra, conquistando gerações de espectadores.

Até a publicação desta matéria, a família não havia divulgado informações sobre o velório e o sepultamento do artista.

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