A Polícia Civil do Ceará investiga a morte de um bebê de apenas 10 meses registrada no bairro Dionísio Torres, em Fortaleza. O caso, considerado de extrema gravidade, é apurado pela Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (DECECA), que também investiga uma suspeita de violência sexual contra a vítima.
De acordo com as informações divulgadas até o momento, equipes policiais iniciaram as primeiras diligências logo após o registro da ocorrência. A principal linha de investigação busca esclarecer as circunstâncias da morte da criança e verificar se houve a prática de algum crime sexual.
As informações preliminares apontam que o padrasto do bebê e um primo dele são investigados no caso. Segundo os primeiros levantamentos, ambos apresentavam sinais de embriaguez e haveria indícios de que consumiam bebida alcoólica antes dos fatos. No entanto, a Polícia Civil ainda não confirmou oficialmente o envolvimento dos suspeitos nem a ocorrência de violência sexual.
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A confirmação ou o descarte da suspeita dependerá do resultado dos exames periciais e da conclusão das investigações. A causa da morte da criança também será determinada por meio da perícia.
Durante as primeiras diligências, quatro pessoas foram encaminhadas à DECECA para prestar esclarecimentos. Entre elas estavam a mãe do bebê e um tio da criança, ouvidos na condição de testemunhas. As autoridades não informaram em que situação as demais pessoas foram conduzidas à unidade policial.
Até o momento, não há confirmação oficial de prisões, indiciamentos ou responsabilização criminal de qualquer investigado.
A Polícia Civil informou que as equipes seguem realizando oitivas, reunindo elementos de prova e analisando os laudos periciais para esclarecer completamente o caso. Como a investigação permanece em andamento, novas informações deverão ser divulgadas conforme o avanço dos trabalhos.
As autoridades reforçam que qualquer informação que possa contribuir com as investigações pode ser repassada, de forma anônima, por meio do Disque-Denúncia 181, da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), ou pelo WhatsApp (85) 3101-0181.



