Professor de futebol contesta denúncia de família do Rio de Janeiro e envia vídeo ao Portal Itapipoca com sua versão

Reidinier Souza de Holanda nega acusações, afirma que jovem não tinha condições físicas e técnicas e diz que caso foi mal interpretado.

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O professor de futebol Reidinier Souza de Holanda se manifestou sobre as denúncias feitas por uma família do Rio de Janeiro, que o acusa de aplicar um golpe com promessa de atuação em clubes do Ceará, incluindo o Itapipoca Esporte Clube.

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O posicionamento foi encaminhado em vídeo ao Portal Itapipoca neste sábado (28). No material, Reidinier apresenta sua versão dos fatos e contesta os relatos divulgados anteriormente pela família do jovem de 18 anos.

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A denúncia feita pelos pais aponta que o professor teria prometido oportunidades no futebol cearense, solicitado valores que ultrapassam R$ 1 mil para despesas como alojamento e alimentação e submetido o jovem a humilhações enquanto ele aguardava uma suposta apresentação no clube de Itapipoca. A família registrou boletim de ocorrência e afirma que o rapaz retornou ao Rio de Janeiro abalado psicologicamente e sem estruturas emocionais.

Em sua versão, Reidinier nega a prática de golpe e afirma que a narrativa apresentada tenta diminuir seu trabalho como professor de futebol. Segundo ele, o jovem não possuía condições físicas e técnicas para atuar profissionalmente, avaliação que teria sido comunicada de forma direta ao atleta.

O professor também declarou que foi procurado por um amigo do Rio de Janeiro com o pedido para observar e apresentar o jovem. No entanto, ele questiona o fato de o atleta ter buscado oportunidades no Ceará, considerando que o próprio Rio de Janeiro possui clubes de renome nacional. Para Reidinier, essa situação já indicaria que “algo não estava certo”, afirmando que insistir na tentativa seria uma forma de forçar algo que, segundo sua avaliação, não daria resultado, justamente por entender que o jovem não teria condições para seguir na carreira.

Ele acrescenta ainda que o sonho de se tornar jogador profissional seria mais do pai do garoto do que do próprio jovem. De acordo com sua versão, ao ouvir a avaliação negativa, o rapaz teria ficado irritado e entrado em contato com a família alegando estar sendo “maltratado”.

Reidinier afirma também que, durante um momento de discussão, utilizou palavras que classifica como “duras”, mas sustenta que elas foram interpretadas de maneira equivocada. Ele reforça que não agiu com intenção de humilhar ou prejudicar o jovem.

O caso ganhou repercussão após a família relatar que o filho teria sido deixado em situação vulnerável no Ceará e que somente após contato direto com o clube soube que não havia qualquer vínculo formal entre a instituição e o professor citado. A diretoria do Itapipoca Esporte Clube já havia informado anteriormente que não possui ligação com o homem mencionado.

A reportagem mantém o espaço aberto para manifestações das partes envolvidas. O caso segue sob apuração das autoridades competentes após o registro do boletim de ocorrência.

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