Governo do Ceará aprova medidas para ampliar ocupação de vagas de trabalho por beneficiários do Bolsa Família e CadÚnico

Propostas visam combater a fome e melhorar a condição de vida dos cearenses em situação de vulnerabilidade

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Nesta quarta-feira (12), a Assembleia Legislativa do Ceará deu aval para uma proposta do Executivo Estadual que estabelece a priorização de ações para ampliar a ocupação de vagas no mercado de trabalho por beneficiários do programa Bolsa Família e integrantes do Cadastro Único (CadÚnico). Essa medida faz parte das prioridades do Governo do Ceará, que busca combater a fome e melhorar a condição de vida dos cearenses em situação de vulnerabilidade.

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Segundo o projeto avaliado na Assembleia, o Governo reconhece a importância do programa Bolsa Família como a maior plataforma de transferência de renda do mundo, proporcionando dignidade a inúmeras famílias em extrema pobreza. A proposta também destaca a necessidade de iniciativas que facilitem o acesso ao mercado de trabalho, que está cada vez mais especializado e demandando maior capacitação.

O programa Ceará sem Fome, anunciado pelo governador Elmano como uma das prioridades de sua gestão, está em fase de implementação e visa combinar os esforços do Bolsa Família com a transferência de renda e segurança alimentar para a população cearense em maior necessidade. O secretário estadual do Trabalho, Vladyson Viana, ressalta a importância da autonomia econômica para superar a miséria e a vulnerabilidade, afirmando que priorizar os beneficiários do Bolsa Família e do Cadastro Único no processo de intermediação de mão de obra do sistema público de emprego é uma medida fundamental para garantir dignidade e renda às famílias.

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Além disso, o Governo do Ceará pretende assegurar a reserva de 10% das vagas de contratos terceirizados celebrados pelo Estado para pessoas cadastradas no CadÚnico. Essa medida, anunciada pelo governador Elmano de Freitas, tem como objetivo garantir emprego e renda para aqueles que mais precisam, permitindo que famílias assistidas pelo poder público possam alcançar autonomia financeira e ter acesso a direitos básicos fundamentais. O projeto encontra-se atualmente em tramitação na Assembleia Legislativa e aguarda votação nos próximos dias.

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