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Polícia Civil prende dono de posto de combustíveis na 2ª fase da Operação Fragmentado em Itapipoca

Os mandados de busca resultaram na apreensão de uma hilux, aparelhos telefônicos, cartões e máquinas de crédito, além de R$ 40 mil reais em dinheiro.

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A Polícia Civil do Estado do Ceará, através da Delegacia de Combate aos Crimes de Lavagem de Dinheiro, deflagrou nesta quinta-feira (6), a segunda fase da Operação Fragmentado, que investiga fraudes bancárias aplicadas por estelionatários na cidade de Itapipoca.

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Nesta fase da Operação, foram cumpridos mandado de prisão contra um empresário dono de um posto de combustíveis. Também foram cumpridas medidas de sequestro de um posto de combustíveis chamado Galo de Ouro e de dois imóveis do empresário.

Os mandados de busca resultaram na apreensão de uma hilux, aparelhos telefônicos, cartões e máquinas de crédito, além de R$ 40 mil reais em dinheiro.

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Identificado como Luís Teixeira de Sousa, de 45 anos, vulgo “Pinto”, o suspeito já tinha sido condenado por lavagem de dinheiro e associação criminosa. No entanto, conforme o delegado Ismael Araújo, titular da Delegacia de Combate aos Crimes de Lavagem de Dinheiro (DCCLD), Luís contraiu Covid-19 no presídio que estava e, em razão disso, foi para prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica.

Embora estivesse nessa condição, Luís Teixeira deu continuidade à prática ilícita no município itapipoquense e em arredores, abrindo outras contas fraudulentas. Ele não resistiu à prisão.

Outros detalhes da operação

De acordo com o titular da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), Sandro Caron, a investigação chegou a detectar cerca de 11,8 mil contas bancárias fraudadas. O titular da DCCLD, por sua vez, pontuou que esse número é relativo ao apurado até 20 dias atrás — a quantidade, atualmente, pode ser maior.

Sobre a operação 

O nome da Operação faz uma alusão ao filme homônimo, em que um homem apresenta múltiplas personalidades. O titular da Delegacia de Combate aos Crimes de Lavagem de Dinheiro (DCCLD), delegado Ismael Araújo, explica que o golpe se dava pela “abertura fraudulenta de contas bancárias e a utilização de créditos oriundos dessas contas. A partir da captação de lucros, os criminosos convertiam esses lucros em patrimônio, a fim de dar uma aparência lícita a esse patrimônio. Invariavelmente, registrando esse patrimônio no nome de pessoas interpostas, o que a gente conhece popularmente por ‘laranja'”.

A Operação Fragmentado desencadeada pela Polícia Civil do Estado do Ceará, prendeu na primeira fase cerca de 18 pessoas em Itapipoca, no dia 23 de março deste ano.

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